Letra
Ai que rapaz tão esperte
Pensava qu’iste era assim
Foi-se embora há tanto temp’
Vai e vem, é c’mó vent’
E nem quis saber de mim…
Não! Na’ querias tu mais nada
Pois sim! Tu deves achar
Olha qu’eu sou Bastiona
Marinhêra, foliona
Vê se tás a reparar!
Eu já devia saber
Carnaval tu és assim
Mas eu sou Pedernêra
E com nó de marinhêra
Vou-te prender junto a mim
E assim ficamos os dois
Até a festa acabar
Juntinhos desta manêra
Com o nó de marinhêra
Tu na’ podes desatar
Letra: António Oliveira (Tato)
Música: Guilherme Azevedo
Cantam: Tiago Batalha e Guilherme Azevedo
Coro: Cláudio Oliveira